REVOLUÇÃO FRANCESA SEGUNDO SIMON SCHAMA

Injustiças sociais, ascensão da burguesia, crises econômicas e morais, convocação dos estados gerais e base ideológica iluminista são aspectos que desencadearam a revolução francesa. Simon Schama começa seu texto explicando essas causas a partir da figura de Malesherbes mostrando que a partir de uma “sociedade de corte” onde tudo estava em torno do rei e suas vontades, no qual o poder estava centralizado nele, alguns se destacam infligindo as regras imposta por essa sociedade. A partir de Malesherbes pode-se notar uma ruptura com a quebra de ideário, uma mudança que já começa a ocorrer na sociedade, iniciando quebra de paradigmas imposta pela autoridade absoluta, pois Malesherbes era um homem respeitado era um Honnête Homme que servia o rei, porem era ousado em suas vestimentas e escritas contradizendo o que previa de corte para os ministros do rei. Era um homem que contradizia as políticas estabelecidas pelo Ancien Régime, pois não concordava com as praticas do lugar que estava não se adequando a corte, mas fazia parte dela, por isso causava espanto na sociedade. A partir desse personagem Schama mostra um inicio de descentralização do poder absolutista.

A corte tinha o poder de registrar qualquer edito real e possuía um poder de reclamação que no século XVII se extinguiu, só que após a morte de Luiz XIV, em 1715, se restabeleceu, voltando assim à autoridade política das cortes. O parlamento ganha voz podendo protestar as coisas impostas pelo rei, mostrando assim uma separação de poderes e uma limitação do poder real. Como o povo poderia protestar as maiorias das reclamações que saia do parlamento referia-se à violação dos privilégios que o rei dava aos escolhidos, na qual havia uma mobilidade social. A única maneira do rei não ter o total poder sobre a nação o jeito era ela própria constituir uma assembléia da nação. A coroa teria que depender de uma representação nacional, e para o rei não perder o poder sobre o povo ele teria que dar demonstrações publica que mostrasse o interesse pelo bem de todos. Por isso que se estabelece uma monarquia alternativa na frança, que teria que ser local, não centralizada, eleita e não burocrática, publica e não clandestina, leal e não arbitrária.

A ascensão da classe média, a posição, quase toda riqueza estava nas mãos do rei, mas os privilégios políticos estavam negados e eram olhados como inferiores pela nobreza, o sistema de privilégios estava caindo na sociedade do Ancien Régime.surgem novos grupos que criticavam o estado absolutista: eram os filósofos iluministas e maçons. Quanto mais à coroa perdia o poder mais ela buscava remédio para seu compromisso financeiro em taxas de impostos cobrados aos seus privilegiados e não privilegiados, mas o parlamento se enfurecia e queria substituir o ilimitado absolutismo de XIV por uma monarquia constitucional. Nesse período em que o rei perdia os seus poderes absolutos a França tornava-se uma monarquia institucional, então os funcionários da coroa expressa sua lealdade a “impessoal entidade do estado” como o Rei não queria ser deposto, na medida em que as disputas com o parlamento iam aumentando, ele ficava mais opressor.

O parlamento atuava em cortes regionais e dividiam com os burocratas do rei as responsabilidades administrativas, mesmo o rei tentando impor suas vontades ele estava perdendo o seu poder dividindo suas responsabilidades com o parlamento que pode limitar o poder da coroa. A sociedade francesa exigia que o país se modernizasse, mas o rei vendo isso acontecer tentou vetar com o seu poder absolutista querendo apagar essa expectativa. O descontentamento da nação achava que esse poder absolutista que impedia a modernização não podia continuar. Por isso iniciam-se movimentos que criticara o absolutismo. Os franceses queriam estar na frente da Inglaterra nessa modernização, por isso queriam passar o poder para a nova classe que se inseria, a burguesia, para isso era necessária destituir a nobresa que representava o rei.

O governo de Luiz XV era cheios de confrontos entre interndants e governos militares de províncias, conflitos estes que se prolongaram até o governo de Luiz XVI que via a necessidade de apoiar tanto os interesses do seu reino como das elites locais, que a coroa existia para proteger composto conjunto de entidades coesas, que formaram o reino, por isso ele oferecia privilégios para garantir seu poder. Muitos possuíam privilégios e podiam se tornar nobres por conta destes, pois os privilégios não era monopólio da nobreza, havia plebeus que também poderia o possuir esses privilégios, mostrando assim uma mobilidade social, um dos casos era quando um plebeu se casava com pessoas de famílias privilegiadas. O privilegio foram se tornando cada vez mais fácil, podia ser privilegiado que exigisse ser privilegiado. O autor coloca que o caminho para nobreza nunca foram tão largos ou mais acolhedores do que no reinado de Luiz XVI. Um nobre era um burguês bem sucedido. Segundo Simon Schama a quarta parte da nobreza da França recebeu seus títulos nobiliárquico durante o século XVII e XVIII, eram uma classe social Jovem. Segundo o autor, prefeitos, conselheiros municipais, funcionários responsáveis pelo patrulhamento dos mercados e comerciantes, além de juízes e secretários de câmeras municipais, podiam receber títulos de nobreza desde que servissem durante determinado período, em geral não inferior a dois anos. Viviam em torno da decisão do rei se poderiam ou não ser nobres. Todo um exercito de figurões que organizavam alguma grande recepção para o rei ou para um membro da família real podia se recompensado com algum título cedido pela coroa. O autor vai dizer que serviço, talento e mérito em lugar de linhagem tornaram-se motivos o suficiente para conferir condição de nobre a um cidadão. A nobreza recebeu a influencia dos valores burgueses: dinheiro serviço público, talento.  Então para Schama não existia uma classe antagônica, a nobreza como entende os historiadores marxistas, pois a própria nobreza incorporou os ideais burgueses que antes de ser parasitária era empreendedora, o autor constrói a sua tese desconstruindo a tese de que a revolução francesa se deu por conta do fim da monarquia absoluta na frança que foi deteriorando com o antigo regime e que finalizou com a subida da burguesia ao poder político e também a consolidação do capitalismo.

Conforme o autor no século XVIII a economia Francesa estava envolvida em finanças, negócios e indústria, a metalúrgica que era a indústria mais avançada de todas e era comandada pela elite, que nem sempre eram aqueles que possuíam grandes fortunas, muitos só tinham o título de nobreza por serem privilegiados, muitos viviam como os camponeses, eram esses que se agarravam aos seus privilégios, pois era tudo o que tinham, por isso queria continuar com o poder do rei que era absolutista. Segundo o autor na outra ponta da escala, tinha aqueles que eram nobres afortunados que até podiam dar-se ao luxo de dispensar seus privilégios, por isso não queria esse absolutismo que impedia a modernização, pois a revolução Francesa não foi uma subida da burguesia, foi uma reivindicação pelo fim do absolutismo, que seria menos deposta no qual permitiria a modernização que era impedida pelo rei.

A construção do ideário do nobre Malesherbes (honet homme) influenciado por Rosseaw no contrato social assim como as obras de Montesquieu entendia que o absolutismo representava o povo e não a representação de Deus sobre a terra. Nesse sentido Malesherbes como nobreza em geral que lutava contra medidas depostas do rei, antes de ser revolucionário ele pregava uma modernização da coroa.

Simom Schama através de uma abordagem política suscita a questão do balonismo, dos teatros, das artes, da oratória e da imprensa, questões culturais e sociais e econômicas de grande importância para entendermos o processo que desencadeou a revolução francesa. Ela é interna no sentido que foram os próprios aristocratas que construíram os antagonismos do Ancien Régime, e é externa porque essas questões expandiram para todos os cidadãos franceses.

Ao afirmar a história que ocorrera no dia 19 de setembro de 1785 quando um enorme esteróide de Tafetá subiu rumo ao céu, ao rufar de tambores, sobre o palácio de Versalhes, Simon Schama usa esse acontecimento para explicar o que estava acontecendo na sociedade francesa naquele momento. No sentido de que esse espetáculo do balão foi responsável por democratizar as multidões que se reuniam para ver tal evento, mostrando que não se tinha mais aquela hierarquia que envolvia os movimentos de multidões que era característica do Ancien Régime. O autor mostra uma quebra de protocolo de uma corte que vivia separada pelo Ancien Regime e que nesse momento estava se misturando numa nova mentalidade que se criara, ou seja através do balão se criou uma platéia que não se distinguiria pela vestimenta, pela etiqueta, pelas regras em geral da corte, e com o senso de decoro vigente no antigo regime.

Segundo Schama o palácio fora construido com base no cerimonial dos espetáculos no qual o rei que coordenava com sua autoridade, por isso o acesso a pessoa do rei era difícil e tinha todo um décor prescrito pela etiqueta da corte, só que no reinado de Luiz XVI, multidões que estavam insatisfeitas com o que o rei andava fazendo, como a questão do preço que não era fixo da farinha e do pão, então começaram a protestar invadindo os palácios e jogando toda essa etiqueta pelos ares, fazendo assim machas revolucionárias para atingir o palácio. Com isso o autor mostra que o espetáculo do balão trás a noção de que no chão a vontade soberana ainda era do rei, só que essa quebra de protocolo trás a noção de que o rei já não era mais o centro de todas as atrações, por isso que esse espetáculo no ar tornou-se democrático, pois o absolutismo do rei fora substituído por um mago mais poderoso que era o inventor mostrando assim a liberdade que estava se estabelecendo. A questão do invento significa a supressão dos inventos elaborado num lugar fechado representando uma liberdade dentro de um regime que era travado, mostrando que a partir desse momento o homem podia tudo, pois chegou aos ares.

O balão igualou as pessoas no sentido de um vislumbre sobre aquele objeto viajante que traria a liberdade mostrada por aqueles homens que eram heróis. Os únicos momentos em que toda a disposição arquitetônica do palácio de Versalhes que estabelecia as hierarquias e protocolos da corte foram quebradas foram com o espetáculo do balonismo e com o momento explosivo da revolução de 1789 que levou fome e fúria ao palácio, pois as multidões que experimentaram essas emoções limitadas pelo rei, quando os viam comportaram-se exatamente como as multidões não deviam se comportar no Ancien Régime.

O balão que transportaria pessoas poderia transportar mercadorias,levar guerras ao céus  por essa e outras questões o rei achava que esse invento era prejudicial pois até  poderia tornar inúteis as taxas alfandegárias. Pilâtre que foi o primeiro dos aviadores, mais jovem e mais independente fora contra a autoridade do rei falando que ele não era guardião da honra dele, por isso desafiou o absoluto e voou, pois o sentimento de voar em um balão constítia o aspecto do sublime e que voava eram semideuses, pois desafiava as regras da sociedade de corte. Pilâtre de Rozier era um cientista que sempre esteve atento ao público, e por ver que muitos eram excluídos inaugurou um Musée des Sciens destinado a acolher esse, pois o público da academia Real eram aqueles que o rei permitia e não quem quisesse. Por isso quando pilâtre caiu de um balão juntamente com um companheiro, o país o olhou como herói, pois se abre uma nova mentalidade para os contemporâneos a época, uma mentalidade que permite infringir uma regra, que permite lutar pelo que se quer que permita mudar um regime já estabelecido.

Então o balonismo não significava apenas um divertimento para aquelas pessoas. Significava uma mudança que estava ocorrendo numa sociedade que era movida por um regime que os limitavam, mudança essa que faz pessoas de todos os níveis se tornarem iguais, sem se limitar, unindo sentimentos, alegrias, se misturando. Segundo o autor os únicos eventos que as pessoas se misturavam eram procissões religiosas ou desfiles cívicos, só que essas cerimônias expressavam o mundo coeso e hierárquico que existia. Por isso os espetáculos dos balões fizeram com que as pessoas se comportassem com entusiasmo quando não deveria se comportar no Ancien Régime.

Não era apenas nos espetáculos de balões que se tem essa miscigenação de pessoas de distintas posições que se misturaram na sociedade francesa. Segundo Schama as últimas décadas do Ancien Régime destacar-se pelo número de fenômenos culturais em que convergiam gostos populares e aristocráticos, havia essa mistura de pessoas de posições diferentes nos teatros, óperas, festas religiosas e até da exposição dos salões eram de tal ordem que eliminavam as distinções tradicionais, pois “eram de tal ordem que eliminavam as tradicionais de ordem social e legal preservada nas formas oficiais de artes autorizadas pela monarquia.” (Schama).

As últimas décadas do Ancien Régime se destacam por vários fenômenos culturais em que se convergiam gostos populares e aristocráticos, que englobam fenômenos sociais e políticos de um regime que estava se extinguindo com todos esses acontecimentos internos. Através destes fenômenos culturais as distinções formais desapareciam dois mundos estavam mais se reunindo do que se separando. Segundo o autor são incontáveis os exemplos desse processo de fusão cultural, pois eram numerosos os personagens de um mundo para outro. Até mesmo a família real seja por motivos de divertimento ou por preocupação estava interessada nessa cultura teatral, a rainha Maria Antonieta freqüentava o teatro em Paris e interessava-se pelo grosseiro linguajar dos mercados.

Nesse sentido o Palais- Royal se caracterizava por ser uma propriedade privada, então a polícia não tinha acesso a esses lugares abertos, por isso ali as liberdades eram exploradas ao seu extremo máximo levando assim cultura popular para o centro da limitada e aristocrática París.

Se no primeiro momento existiam-se na França os teatros oficiais, no segundo momento ganha-se notoriedade os bulevar que se caracterizava pela indistinção de posição, pois as pessoas se misturavam indiscriminadamente, na cultura todos ali pareciam, os preços eram populares, mostrando assim que com o bulevar os preços eram acessíveis não apenas a uma classe e sim a todas. Através de Schama nota-se que nesse momento o teatro bulevar que é um lugar de difícil distinção social igualam as pessoas que ali freqüentavam, tanto nobres como plebeus participavam de eventos no Bulevar, todos se interessavam por esse tipo de teatro, por sátiras obscenas e cheias de gírias destacando na concepção de Schama que a distinção na sociedade francesa não se dava mais através do berço ou da condição de nobre, mas sim do poder aquisitivo. O autor fala que há um anacronismo no qual é difícil de indicar que essa miscelânea de pessoas era um fator determinante pra se postular sobre o colapso da hierarquia na França.

O palácio se tornou um campo de batalha dos direitos contestados e muitas comédias que eram apresentadas no bulevar atacavam as pretensões do poder do rei e da aristocracia a partir da visão dele, é o caso do Beaumarchais e o Casamento de Fígaro só que antes nenhuma fora tão ousada, através disso nota-se que a batalha entre o despotismo opressor e as liberdades dos cidadãos vai caminhando para o fim da monarquia absolutista. A pobreza urbana aliava-se a penúria rural, a prosperidade estava acima da humanidade, a defesa da inocência nupcial está contra a luxuria e a força aristocrática, um momento que mostra que o que se deve pensar e no seu eu, a sensibilidade de Rousseau liberta a sociedade de seus preceitos, mostrando que as relações de poder não pode ser maior do que a liberdade, as pessoas podem colocar os seus sentimentos acima da corte, as mães podem amamentar seus filhos sem se preocupar em dar todo tempo ao marido, nasce-se uma nova ética , com novos preceitos por parte da elite, influência dos novos valores que emergiam. “Rousseau criou uma comunidade de jovens crentes, cuja fé residia na possibilidade coletiva e de um renascimento político em que a inocência da infância pudesse preservar-se na idade adulta e através do qual a virtude e a liberdade se sustentariam mutuamente.” Rousseau queria expressar suas insatisfações fazendo com que os cidadãos pudessem pela primeira vez através de seus sentimentos governarem a si mesmo sem uma sociedade cheia de regras para limitar suas vontades.

A história dos Horácios que o autor expõe unia os temas morais das virtudes domestica exposto nas pinturas da sensibilidade e a tela anunciava espetacularmente todos os ingredientes requeridos pela retórica revolucionaria. O quadro esboça questões à republica Romana no sentido de que voltaram a essa republica romana para mostrar uma nova política que vem a construir essa republica fraterna de um imaginário patriótico. Ele representa todo um ideário revolucionário. Além do quadro o juramento dos Horácios, panfletos, pornografias instigam essa questão que estava ocorrendo de quebra de hierarquia, pois atingira a monarquia de tal forma que até muitas pornografias falavam erotizando Maria Antonieta, por isso nota-se que se estabeleceu um vinculo entre os oradores eloqüentes do período pré- revolucionário, no sentido de humilhar a monarquia e angariar apoio do parlamento usando-se oradores da antiguidade como Cícero.

Segundo o autor, o Ancien Régime acarretou sua própria queda fletando com ideais que não compreendia totalmente o significado de tais oratórias ditas contra o antigo regime, mas que achava divertido, e a partir da ligação entre o mundo da clientela endinheirada, e a partir da polemica inflamada que se danificou tanto a dignidade do Ancien Régime que em sua euforia inicial, a revolução abandonou todas as formas de censura e controle de publicações. Porém na última década da monarquia tendenciou uma proliferação de todo tipo de literatura efêmera, onde jornais não escondiam sua aversão ao absolutismo da constituição francesa onde houve uma completa transformação na imprensa e com isso até o numero de alfabetizados crescera durante o fim do antigo regime ligando as pessoas comuns das cidadezinhas com o mundo dos eventos públicos. Segundo Simom Schama o império da palavra do Ancien Régime ampliou suas fronteiras fazendo com que as pessoas assistissem a queda do absolutismo. Se os tetros Palais Royal, o balonismo o Bulevar eram característica que repercutiu o fim do Ancien Régime os escritos subversivos eram muito bem distribuído pelos vendedores.

Com isso pode-se concluir que todos esses aspectos que desencadeou a revolução francesa caracterizam o processo de formação do cidadão, tendo como relevância os comportamentos que essa liberdade trouxe as pessoas das sociedades atuais como a questão do querer estar acima das limitações impostas por um regime.

O Anciem Régime não era uma sociedade que se acabaria, mas mostra sinais de dinamismo e energia, pois os atores da época estavam mais preocupados com a novidade com a ciência, tanto é que o próprio rei no final do antigo regime se preocupou em ampliar as seções da Academia de ciências, incluindo mineralogia, historia natural e agricultura, logo pessoas que estavam fora voltaram a estudar na França. Sempre que possível a coroa e o governo se esforçaram para ampliar novos dados e objetivos práticos, e a indústria também foi crescendo no decorrer dessa modernização, porém em quase todos os aspectos a grande fase da modernização fora no final do século XVIII, pois segundo o autor no mundo dos vivos  uma séria de coisas vão mostrando isso como a abolição da tortura, o projeto de emancipar  os protestantes  apresentado por Turgot, finalmente se caracterizou no mesmo ano e a taxa única  onde substituiu toda uma questão de taxas internas. Muito do que se realizou fez uma diferença que muitos conseguiram modificar as condições de suas regiões, construindo e reconstruindo estrutura melhores. Surgiram sociedades agrícolas subsidiadas pelo corpo. O intendente tinha o sonho de transformar Roussillon no centro de uma florescente economia regional livre das fronteiras, porém suas realizações eram substâncias que falam eloqüentemente da energia e do espírito pratica que caracterizavam o governo no final do Ancien Regime, havendo pressa de que o Rei também envolvera nesse projeto modernizante.

Nessas empresas que envolvia mecanização foi surgindo na década de 1780 na qual reuniu capital e tecnologia, era a França se modernizando e expandindo-se com o florescente comércio do Atlântico e do Mediterrâneo, têxteis no nordeste, era uma França da bacia parisiense que estava se inovando com as tecnologias, investindo para o mercado, más também existiram uma França da periferia e do centro fechada para velhas tradições onde não se modernizava, apenas trabalhavam para sua própria subsistência, esse contraste segundo Schama esconde alguns preceitos importantes que tornaram muito mais hegemônio a difusão da imprensa comercial.

Com isso pode-se entender que o Ancien Régime não conseguiu entender as modernizações ocorridas naquela sociedade em contraste com parcelas que também se tornaram revolucionaria por terem perdido privilégios com a expansão do capital.

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