A historiografia do século XX

    O século XX consagrou algumas abordagens historiográficas da ideia de historia, e estas abordagens procuram explicar se fundamentando em argumentos exposto pela narrativa.

A racionalidade do pensamento histórico requer em seu procedimento cientifico, um saber reflexivo, no que diz respeito a teoria da historia, enquanto teoria da natureza do conhecimento histórico em geral e de seu formato cientifico em particular, ou seja, a seria investigação dos fundamentos históricos. Então o século XX deixa de considerar a historia baseada apenas nos testemunhos das gerações anteriores, e passa a adquirir um sentido investigatório não apenas através de testemunhos e fatos, mais o cotidiano a cultura o agir das pessoas. No século XX a historia é mais fragmentada.

       Algumas abordagens historiográficas do século XX abrange muito a historiografia do século XX:

       O marxismo nasce entre 1848 e 1870 e se define, como disse certa feita importante marxista Francês  da época do auge do estruturalismo, como o momento do nascimento do continente “histórico” dentro do espectro das ciências humanas , o marxismo era considerado uma abertura de uma verdadeira ciência da historia, por isso em todas as correntes historiográficas declaradamente marxista, são hoje fundamentais nos estudos históricos. Então o marxismo é o conjunto das idéias filosóficas, econômicas, políticas e sociais baseada na concepção materialista e dialética da historia e interpreta a vida social conforme a dinâmica da base produtiva das sociedades e das lutas de classes daí conseqüentes.

       O positivismo engloba tanto perspectivas filosóficas tanto cientifica do século XIX quanto outras do século XX. Com a derrota da comuna de Paris, inicia-se na historia européia uma nova etapa que ficara marcada pela axacerbação dos nacionalismo e pela emergência de uma certa contra ofensiva intelectual contra os movimentos críticos, e as posturas intelectuais  de impregnação. É nessa historiografia positivista que vai encenar igualmente toda discução a cerca das diferenças entre as ciências naturais e as ciências do espírito.

       Annales foi  primeiro movimento historiográfico do século XX que se origina no próprio campo da investigação histórica. Costuma-se indicar o ano de 1929 como data de nascimento da corrente de trabalho historiográfico que acabou por ser conhecida como a Escola dos Annales. Ela se destacou por incorporar métodos das ciências Sociais à historia. Fundada por   Lucien febvre e Marc Bloch em 1929, propunha-se  a ir além da visão positivista da historia como crônica de acontecimentos, substituindo o tempo breve da historia dos acontecimentos pelo processos delonga duração, com o objetivo de tornar inteligíveis a civilização e as “mentalidades”.

       A historia polissêmica veio da terceira geração dos Annales e revela características da contemporaneidade. É polissêmica pois ao mesmo tempo que é diversificada ela é unificadora e busca novas abordagens como: o retorno da historia das mentalidades individual e coletiva abordadas por alguns autores como: Peter Gay e Robert Mandrou que estudou as mentalidades da frança moderna (século XVII).

       Algumas outras abordagens foram importantíssimas como a historia cultural, historia da vida privada, historia das mulheres, micro historia, historia serial, historia antropológica, historia do imaginário, historia quantitativa, historia das idéias, historia das representações, etno-historiaa, psico-historia, historia política, historia nova, história das representações e outras mais.

       A história das mulheres apareceu como um campo definível principalmente nas duas ultima décadas. Apesar das enormes diferenças nos recursos para ela colocadas, em sua representação, e em seu lugar no currículo, na posição a ela cedida pelas universidades e pelas associações disciplinares, parece na haver mais duvida de que a historia das mulheres é uma pratica estabelecida em muitas partes do mundo. Essa história conta sobre os cotidianos, os movimentos feministas e ressalta suas lutas também nos campos acadêmicos, nos campo de trabalho, e outros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referencias bibliográfica

 Vainfas, R. e Cardoso, C. F. (orgs.). 1997. Os Domínios da História. Rio de Janeiro: Campus.

BARROS, José D’Assunção. O campo da História. 5ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2008

 GIDDENS, Anthony. Capitalismo e moderna teoria socialLisboaEditora Presença1994

BURKEPeter (org.) A escrita da história. Novas perspectivas. São Paulo: Unesp,1978

MALERBA, Jurandir e ROJASCarlos Aguirre. Historiografia contemporânea em perspectiva critica,  Bauru, SP: EDUSC, 2007

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